Visão

CONCLUSÃO DA NOSSA VISAO

  • O que se passa com os cidadãos no meio rural em qualquer estado
  • Angolano ? Basicamente o mesmo, ou seja: buscam meios para sobreviver ou seguem a tendência a migrar; procuram fontes de emprego ou facilitam a formação escolar e profissional para os filhos.
  • É uma tendência mundial e natural a migração do campo para as
  • cidades, mas quando esta acontece de forma muito rápida os setores: secundário e terciário da economia não se encontram inteiramente preparados para atender ao público que vem do meio rural.
  • Em decorrência disso, verifica-se uma pressão pró-investimentos para resolver todas as questões de educação, de saúde, de estradas, de abastecimento na periferia das grandes cidades. O nosso país tem passado por essa experiência em vários estados.
  • É claro que, no processo de modernização, vai-se sempre contar com o seguinte: para cada um que sai do meio rural, aquele que ficou terá que produzir para si e para quem saiu, para que, na cidade, tenhamos alimentos, fibras e outros gêneros e, assim, todas as atividades dos setores: secundário e terciário possam ser desenvolvidas.
  • E, nesse processo, o que cabe a uma concessionária de energia? Alguns poderiam responder que uma concessionária não tem nada a ver com isso, que seu negócio é colocar energia na propriedade, na residência, ter lucros e prosperar. Porém, as transformações que fazem com que a sociedade se torne a cada dia mais complexa repercutem nas concessionárias de energia, exigindo soluções também cada vez mais relacionadas com projetos de desenvolvimento sustentável.
  • A formulação de projetos de eletrificação rural, incluindo uso da energia
  • para fins produtivos é um exemplo típico.
  • As crianças e jovens precisam ir a escola, e é preciso que eles tenham
  • incentivos para isso. A energia solar permite uma melhor qualidade no ambiente de ensino e permite o acesso de milhares de crianças da área rural a esse bem tão precioso que é a educação.
  • Muito já está sendo feito nesse sentido, mas ainda há muito a fazer para que todas as crianças e jovens do Brasil tenham acesso a uma educação digna.